quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

BARRÃO no Aldrich Contemporary Art Museum

O nosso genial Barrão inaugura sua primeira exposição individual nos EstadosUnidos no próximo domingo. A estréia do rapaz acontece sob curadoria de Mónica Ramírez-Montagut no Aldrich Contemporary Art Museum. MASHUPS é o nome da exposição. No mesmo dia inauguram também a gaucha Regina Silveira, Xu Bing (China), Kathryn Spence (San Francisco USA), Roy McMakin (Wyoming USA) e Jim Dingilian.

No site do museu tem mais informações sobre as exposições.


Barrão: Mashups

January 29 to June 10, 2012

Reception: January 29, 2012
Curator: Mónica Ramírez-Montagut

This is the US first solo exhibition of the work of Brazilian artist Barrão, who is known for his whimsical and quite bizarre ceramic clusters and mashups made from fragments of popular vitreous porcelain and clay objects. The artist scouts second-hand stores, flea markets, and dumpsters in search of materials for sculptures that subvert the original function or idea of the object in order to reveal unpredictable relationships, ranging from unexpected similarities to unseemly contradictions. The free-spirited juxtaposition of the different ceramic sources establishes new sets of relationships between the parts. Every element in the sculpture is free from its previous function and comes together with the other parts to form a new identity, one that escapes immediate commodification. With his sculptures, Barrão appropriates everyday domestic objects that were used indiscriminately and inserts them back into circulation with an ample balance of presence and mystery—and a history yet to be written.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A maior escultura da Terra

Saiu hoje no segundo caderno a entrevista abaixo com Christo q eu peguei la no site do Globo.

Os artistas Christo e Jeanne-Claude foto: Wolfgang Volz / Divulgação

RIO - Aos 76 anos de idade e viúvo há dois, o artista americano de origem búlgara Christo Javacheff trabalha para erguer em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, aquela que, segundo diz, será "a maior e provavelmente a mais cara escultura da Terra". "The Mastaba", estrutura que se resume a uma pilha de barris de petróleo com 150 metros de altura e que foi idealizada em 1977 com a ajuda de sua mulher, Jeanne-Claude Denat (1935-2009), está perto de sair do papel. Valores ele não cita, mas afirma já ter petrodólares suficientes (conseguidos com a venda dos desenhos do projeto). Só aguarda autorização oficial para começar. Enquanto disso, Christo obteve sinal verde do governo americano para cobrir 60 quilômetros de um rio no Colorado, com a instalação "Over the river" — outro sonho de sua mulher, engavetado desde 1985. Ao GLOBO, o artista fala de sua rotina solitária e atri$e diz que não vem ao Brasil porque aqui não compram sua arte.

O senhor idealizou "The Mastaba" em 1977 para ser "a maior escultura da Terra". Ela sai? Como ficou o projeto?

Chisto: Estou muito, muito, muito otimista com "The Mastaba". Está num estágio superavançado. Acabo de chegar de Abu Dhabi, onde me reuni com nossos engenheiros e com representantes do governo local para conseguir as autorizações que ainda nos faltam. Estou muito animado. Vem aí não só a maior escultura do planeta como aquela que provavelmente também será a mais cara. Serão 410 mil barris de petróleo coloridos e empilhados horizontalmente, formando uma estrutura de mais de 150 metros de altura — mais alta do que a pirâmide de Quéops (Egito).

E quantos petrodólares custará?
Alguns (risos), mas ainda não posso falar disso. O que posso dizer é que, como em nossos outros projetos, não haverá patrocínio. É dinheiro nosso, obtido com a venda de desenhos e esboços que sempre fazemos.

Mas a ideia é desmontar "The Mastaba" depois de duas ou três semanas, como foi feito com os outros projetos?
Não. Não! "The Mastaba" não será desfeito. Se Jeanne-Claude estivesse viva, diria que não há nada que dure para sempre, mas neste caso acho que vai durar sim.

O senhor toca outro projeto simultaneamente a "The Mastaba", certo?
É o "Over the river", que começou em 1992 e só agora obteve a autorização do governo americano. Vamos cobrir 62 quilômetros do rio Arkansas, no Colorado, com um tecido translúcido prateado. Pela primeira vez na História, o Ministério do Interior emitiu um relatório de impacto ambiental para uma obra de arte. São mais de 1.600 páginas.

Tem data para ficar pronto?
Na melhor das hipóteses, em 2014. Fica no alto das Montanhas Rochosas, e ainda precisamos da autorização de dois condados.

Eles podem não dar?
Não. Só têm que processar os papéis do ministério. "Over the river" sai de qualquer jeito.
Em 50 anos, foram 22 projetos. Deles, só existem fotos...
Isso é exatamente o que torna nossa obra única. Proporcionamos momentos pontuais que lembram, ao mundo que tudo copia, que as coisas são efêmeras. Queremos propiciar momentos singulares, e isso desperta a curiosidade de muita gente. Não haverá outro Reichstag ou outra Pont Neuf embrulhados...

Por que não há patrocínio?
Porque queremos liberdade total. Nenhuma empresa pode comprar nossas ideias, e todas as imagens de nossos projetos têm registro de patente e direito autoral. Apesar de tentarem por aí, não podem ser exploradas.


Tentam?
Sim. Processamos várias empresas pelo uso de fotos de nossas instalações. Quando alugamos um lugar, tomamos todos os cuidados para impedir que ele sirva a outros propósitos comerciais. Quando fomos ao Reichstag, alugamos tudo num raio de um quilômetro. Quando pagamos US$ 3 milhões para usar o Central Park, nenhum evento poderia acontecer lá ao mesmo tempo. O parque era nossa propriedade.

Como é ser dono do Central Park, da Pont Neuf...?
Dá muito trabalho (risos). Somos responsáveis por limpeza, segurança, retirada de neve... Por isso, 15 dias é o tempo ideal para uma instalação.

Algum projeto deu errado?
Tivemos duas mortes no "The umbrellas". Uma sombrinha voou e matou uma mulher na Califórnia. No Japão, um dos 2.200 funcionários foi eletrocutado.

Por que tecidos? Como escolhe as cores de seus trabalhos?
Os tecidos interagem bem com o vento, são sensuais. Escolhemos as cores depois de fazer testes no local, por isso elas nunca aparecem nos esboços.

O senhor ainda fala na primeira pessoa do plural...
Os dois projetos em que trabalho hoje em dia são de Jeanne-Claude também. Tudo ao meu redor é dela também...

Desde que ficou viúvo, teve novas ideias de instalações?
Não tenho condições de pensar em mais nada. "The Mastaba" e "Over the river" sugam uma quantidade enorme de energia e dinheiro.

Nada para o Brasil?
Não. Só vou a lugares que pagam pela minha arte, quer dizer, onde consigo vender desenhos e bancar meus projetos. Já tentei levar exposições ao Brasil, mas sempre me alegaram falta $dinheiro. Aos 76 anos, não gasto nem um minuto com o que não é arte. Não tenho relação com o público de arte daí e acho que nenhum museu tem trabalhos meus.

O senhor volta ao local em que fez instalações? Como é?
Em 2007, fomos à Austrália. Do alto dos penhascos que havíamos coberto, vendo tubarões no mar, Jeanne-Claude resumiu tudo: "É, estávamos loucos."

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

STONES_WARHOL_1969

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

PLANO-ACASO


Plano Acaso from Raul Mourão on Vimeo.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Ateliê hoje

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Invista no Museu de Arte Moderna do Rio

(A)mar(é)complexo


A exposição Travessias - arte contemporânea na Maré (q acabou ontem) saiu no BLOGUE da Alexandra Lucas Coelho lá no Público.

1. Milhares de carros avançam pela Avenida Brasil, saindo do Rio. Por cima deles, presa a uma passadeira aérea, a legenda: “Amarécomplexo”. Milhares de carros avançam pela Avenida Brasil, entrando no Rio. Por cima deles, presa a uma passadeira aérea, a legenda: “Amarésimples”.

2. A Avenida Brasil é a grande porta do Rio de Janeiro. Milhares de carros a toda a hora, muitas horas parados. De um lado e do outro, quilómetros de velhas fábricas, armazéns, baldios, favelas. A favela da Maré. O complexo de favelas da Maré.
Há não muito tempo a Baía da Guanabara vinha até aqui. Muita da terra firme do Rio é aterro. A Maré chama-se Maré porque a favela ainda apareceu à beira da água, com gente de muitas partes. Segundo o último censo, hoje são 130 mil. Uma maré plana e parda, atravessada por vias rápidas de onde não se vêem caras. Quem vem de carro olha em frente. Mas nas últimas semanas, ao olhar em frente, vê a legenda: “Amarécomplexo”, “Amarésimples”.

3. — Isso é a obra do Marcos Chaves — diz o meu anfitrião, apontando a passadeira aérea.
O carro dá a volta para sair da avenida e entrar na favela. Logo no primeiro quarteirão funciona o Centro de Artes da Maré, um armazém onde há três anos a coreógrafa Lia Rodrigues trabalha em parceria com a organização Redes e o Observatório de Favelas.
Mesmo ao lado, há uma antiga fábrica que o Observatório de Favelas decidiu comprar para um novo projecto artístico, o Bela Maré. E para a estreia, convidou três curadores a organizar uma exposição de arte contemporânea, Daniela Labra, Luísa Duarte e o meu anfitrião nesta tarde de chuva, Frederico Coelho.

4. Entre dar aulas de literatura na faculdade (de Pêro Vaz de Caminha a Luiz Ruffato), organizar livros (o último, entrevistas de Tom Jobim), fazer argumentos de cinema (“Construção”, estreado na recente Mostra de São Paulo), escrever ensaios sobre cultura marginal dos anos 60 e 70 (Hélio Oiticica e por aí fora), ser DJ da Festa Phunk (“black music” e por aí fora) e jovem pai de duas gémeas, o Fred faz tantas coisas que esta não é a primeira nem será a última vez que abrevio o nome dele numa crónica.
Veio do subúrbio para a Zona Sul, o que lhe deu um mundo que falta à Zona Sul. Está em casa em toda a parte, e isso tem tudo a ver com arte contemporânea na Maré. Fazer do fora o dentro, do dentro o fora, de qualquer lugar o centro.

5. A chapinhar na chuva de Verão, chegamos à velha fábrica. “Travessias: Arte na Maré”, diz a fachada. À entrada, vários monitores de t-shirt amarela, uns de fora, outros da favela. Desde a inauguração houve ateliers, debates, visitas de escolas, e as perguntas de quem nunca entrou num espaço assim.
— A primeira pergunta que eles fazem é: “Paga para entrar?” — conta Fred. — E isso diz tudo: “Isso aqui não pode ser de graça para a gente.”
Avançamos para o centro do armazém, pé direito de três andares.
— Quando a gente chegou, estava atulhado de máquinas, de lixo. E não há no Rio de Janeiro um espaço desse tamanho a funcionar com arte contemporânea.
A um canto, uma projecção dos Filé de Peixe, um trio que recolhe fragmentos de videoarte, monta uma banca ambulante e vende os CD’s a dois ou três reais. Arte a dar a volta à pirataria.
Ao centro, uma escultura de André Komatsu com tijolos e tábuas, evocando os materiais e a instabilidade da favela. Ao ver isto, uma moradora viu as velhas barracas da Maré assentes em palafitas, quando por baixo havia água.
Ao fundo está a memória não só da fábrica como da infância dos cariocas. Porque a fábrica que aqui existiu entre 1960 e 2000, a Italy, fazia os copos e pratos de papel estampado que todos os cariocas reconhecem de festas, confeitarias e restaurantes. A artista Rochelle Costi ainda achou todo um espólio, então fez uma parede com fotografias e uma sala com mobiles de copos e pratos.
E mesmo Fred, que tantas vezes já viu isto, ao levantar os olhos para o mobile por cima da nossa cabeça vê pela primeira vez as estampas de São Cosme Damião.
— No subúrbio é uma tradição. No dia 27 de Setembro, as famílias compram doces e distribuem entre as crianças. Um Halloween do Brasil. Na minha infância isso era obrigatório porque era o aniversário da minha avó. Ela tinha sempre uma mesa cheia de doces e convidava as crianças da rua.
Uma rua em Olaria, do outro lado da Avenida Brasil.

6. E há uma sala só com cor e som, onde as crianças da favela fazem de si próprias a projecção.
E do primeiro andar pende o jardim de cores que são centenas de garrafas de refrigerante cheias de detergente colorido, porque há um morador da favela que as recicla, enche e vende, então a dupla de artistas Eli Sudbrack/Christophe Hamaide-Pierson encomendou-lhe centenas, que vão rodando, à medida que os visitantes trazem uma vazia e levam uma cheia.
E no pátio interno Henrique Oliveira ergueu uma escultura tão extraordinária que num primeiro momento podemos ver nela um altar com uma Pietá, antes de vermos a espuma, o zinco, o gesso, a areia, restos que ele colheu pela favela e com os quais foi moldando a parede, como se a matéria viesse do próprio edifício, uma cabeça aberta, uma barriga aberta, vísceras. Ele chama-lhe um abcesso. A chuva já o modificou, e não para. David Cronenberg ia adorar.

7. Quem percorrer listas de exposições na imprensa do Rio não achará esta.
— Porque a gente não está falando de violência, de pobreza, não tem baile funk, não tem capoeira — comenta Fred, apontando a escultura no pátio. — Mas esse cara não pensou se o pessoal da Maré ia entender. Ele fez o melhor que podia.
Tal como Raul Mourão, que no armazém ao lado montou três gigantescas esculturas cinéticas, aquilo a que ele chama “balanços”, uma estrutura de ferro encaixada noutra, de forma a que uma delas balance.
Fred vai de uma para a outra, empurrando a parte que balança. Todo o armazém parece ficar em movimento.
— Obviamente que no dia da inauguração dezenas de crianças se penduraram aqui.
Mourão tem feito muitos “balanços”, mas até agora nenhum com tamanho de avião num hangar. Aqui teve espaço, e quem viu viu.

8. Ao todo, a exposição reúne 17 artistas ou colectivos. Em alguns casos, obras que foram performances, outras que estão fora daqui, na rua. O que está na rua sujeita-se a todas as apropriações. Foi o que aconteceu com a peça de Matheus Rocha Pitta, um velho ônibus, estacionado aqui em frente. Ele encheu-o com tijolos, areia, objectos inanimados.
— De noite a galera vem aqui e faz tudo — diz Fred, subindo a bordo.
Por exemplo fumar “crack”. No banco do fundo há roupa amarrotada, mochilas velhas, pratas, papéis de coca.
Estamos na Maré, não deixámos de estar. A cem metros daqui há uma “boca de fumo” a vender droga, e mais adiante tráfico armado. A Maré é a próxima na programação da polícia carioca. O próprio BOPE, que é a tropa de elite, vai instalar-se cá.

9. Para voltar à cidade, atravessamos a passadeira aérea por cima da Avenida Brasil. A legenda continua ali para todos, acima do trânsito entre fora e dentro: “Amarécomplexo”, “Amarésimples”. Nada é nunca uma coisa só.

12a Quadrienal de Praga em SP

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Carlito na Laura

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

VERGARA e AUTOMATICA lançam livro


Nesta quinta-feira, dia 8 de dezembro, às 19h, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, e no dia 17 de dezembro, às 11h, na Livraria da Vila, na Alameda Lorena, em São Paulo, será lançado o livro “Carlos Vergara – Pintura” (Automatica Edições). Organizado pelo crítico de arte Paulo Sergio Duarte, o livro cobre 50 anos do trabalho de pintura de Carlos Vergara e comemora os 70 anos do artista. No dia do lançamento no Rio de Janeiro, haverá uma mesa-redonda com a participação de Carlos Vergara, Luis Camillo Osório e Paulo Sergio Duarte. No lançamento em São Paulo, estarão presentes o artista e Paulo Sérgio Duarte.

Paulo Sergio Duarte recolheu textos com diferentes abordagens para a pintura de Vergara publicados em catálogos e livros assinados por críticos como Luiz Camillo Osorio, Ronaldo Brito, Rodrigo Naves, Reynaldo Roels Jr., Alberto Tassinari, Paulo Venancio Filho e Gloria Ferreira, além dele próprio e do artista Helio Oiticica. O livro conterá ainda uma conversa realizada entre Carlos Vergara, Paulo Sergio Duarte, Paulo Venancio Filho, Ronaldo Brito e Tunga, publicada no catálogo da exposição do artista no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em 1991. “Carlos Vergara – Pinturas” terá 246 páginas, formato 24cm x 26cm com capa dura, texto bilíngüe (português/inglês), e uma tiragem de três mil exemplares.

mais Travessias – Arte contemporânea na Maré

O sábado lá na Bela Maré será assim:

17H-19H
Mesa com a participação dos artistas: Lucia Koch, Raul Mourão e Marcelo Cidade
Mediação: Frederico Coelho
20H
Show com Chelpa Ferro

(peguei lá na programação do site do Travessias)

Abaixo algumas fotos que Quito fez na terça passada, quando estivemos lá com Beto para arremates nas Setas de Rua e documentação das 3 esculturas na luz da manhã.










sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Lula para presidente

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Balanço Maré na exposição Travessias

Foto da Patrícia Gouvea q eu catei no Facebook dela. Vista geral do Galpão onde funcionará a escola de dança Lia Rodrigues, em primeiro plano a escultura Balanço Maré 2 (para Bela e Lia).


Novas Frequências no Oi Futuro - Ipanema

vendas somente na bilheteria do Oi Futuro Ipanema.
Informações: (21) 3201-3010
Funcionamento da Bilheteria:
De terça a sexta, das 15h às 21h
Sábados e domingos das 14h às 20h
Oi Futuro Ipanema
Rua Visconde de Pirajá, 54/ 3º andar – Ipanema
Capacidade: 130 lugares 


domingo, 27 de novembro de 2011

Luiza Baldan e Fred Coelho na Mercedes Viegas

JOÃO MODÉ prorrogado até 3/12 na Gentil Carioca

MERIDIANOS > Julio Le Parc + Iole de Freitas

A Casa Daros, em parceria com CCBB RJ, MAM Rio e Oi Futuro, tem o prazer de convidar para o último encontro do Meridianos neste ano, que reunirá Julio Le Parc (Argentina), um dos mais importantes artistas cinéticos do mundo, e Iole de Freitas (Brasil). O programa é um ciclo de debates públicos que vem ocorrendo ao longo de 2011 entre artistas representados pela coleção Daros Latinamerica. Saiba mais sobre a programação em

29.novembro.2011 / às 18h30
Local: CCBB Rio - Teatro I 
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 - Centro / Rio de Janeiro
Entrada franca (inscrição pelo email meridianos@casadaros.net) 

terça-feira, 22 de novembro de 2011